segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

minha bebê



que coisa estranha é o meu amor por você...
sua pele branca,
seus olhos verdes,
seu lindo cabelo de fogo quase loiro,
você é o único desenho que quero ter e ver.

seu sorriso me ilumina,
me sinto tão boba e tão feliz...
e não tenho vergonha de estar assim.
meu presente de natal por toda a vida!

não sei o que fazer quando estou com você,
mas inexplicavelmente fico tão segura...
e tenho a absoluta certeza de que está tudo tão certinho que não poderia ser mais maravilhoso.
do banho ao sono.

adoro quando você grita,
quando sorri e fecha seus olhinhos (quem diria),
quando estou com você nos meus braços,
quando você dorme em mim e me faz sentir sua protetora,
quando você faz manha só pra receber carinho...

amo você minha bonequinha,
com toda a força da minha alma.

hoje e sempre.
amém.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

olá do dia 29.

Ontem foi dia da marinha mercante, do salva-vidas, do petroquímico, aniversário de rio branco e dia de mauá, hoje não é dia de nada, mas é dia da minha madrinha e da saguinha.
Então, parabéns para elas!

hoje fui ver a árvore da pampulha e lembrei de um amigo que tinha ido lá antes de mim... na verdade eu lembro muito dele (lembro muito das pessoas), o adriano foi também, o léo, e o edy... foi lindo. a chuva ainda chove mto, o ar está bem bom pra respirar e ótimo pra nanar, mas sabe? não gosto de sentir minhas roupas frias. faz frio assim, não gosto, não gosto mesmo.

e ó, escrevi coisas... mtas coisas.
quer saber?
só não sei mais.
não quero fazer parte disso.

até depois.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Feliiiiiiiiiiiiiiiiiiizzzzzzzz Nataaaaallll!!!

Muito obrigada por se lembrarem de mim em uma data tão especial e tão explorada comercialmente... às vezes, na correria nos esquecemos de mostrar pra quem está do nosso lado o quanto ele é importante e nos faz bem...
Eu lembrei de alguns e alguns lembraram de mim.

Agora deixo registrado para o meu grande pai, que a festa de aniversário dele foi para ele, hoje e sempre, por que se alguém merece, esse alguém é ele...
amo-te senhor!


segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

áhessegê

hoje quero te dizer uma coisa importante.
não que as outras coisas não fossem importantes, mas é que essa é mais.

muitas coisas movem minha vida e me confundem... e finais de ano não são a melhor época do ano para mim.
estou apaixonada por um ideal que não existe, uma vida que levei e naõ sei se levarei mais.
tinha tanta coisa pra fazer e acabei não fazendo nenhuma...
não quis estar com você hoje, sinto muito por isso... eu disse que sim, mas quando pensei no que poderia acontecer, preferi ficar comigo, sozinha.
não quero me envolver com você e embora eu tenha dito que você estava consumindo mais espaço em mim, não quer dizer que eu queira, sabe, você é grande, genioso, machão do tipo machista, e eu não quero isso para mim, não quero viver disso.
mas tem mais... a verdade é que eu estou emocionalmente envolvida com outra pessoa.
tudo bem que essa pessoa nem sonha que eu a ame tanto - talvez nem seja amor, mas é algo que me consome e me faz querer ser mais, ter mais... aquela coisa de exclusividade-, mas eu preciso viver algo que venha de mim.
passei muito tempo tentando ser o que eu nunca fui, não quero me enganar mais.
aprendi, com dois amigos fabulosos, a viver, e eu tinha esquecido como é bom...
quero me dar uma oportunidade, mesmo que as peças ainda não estejam encaixadas, quero me doar para essa causa, integralmente, e não acho que seria justo com você se eu escondesse esse fato.
te fazer passar o fim de ano acreditando em algo que não existe é deixar acontecer com alguém que eu estimo muito o que eu deixei que fizessem comigo, e acredite isso não é bom, nem um pouco.
você vem de uma relação sofrida, não quero ser mais uma na sua listinha de decepções, prefiro me manter como sua amiga, para que eu também o possa ver assim -mesmo que essa nunca tenha sido a nossa realidade-, não estamos aqui para ser o curativo um do outro.
vamos nos permitir!

espero que você me compreenda.
com carinho...

sábado, 20 de dezembro de 2008

blah

quero mais é que meus venenos se acabem,
por que de você eu estou cheia...

um sonho, um gozo, um olhar, um sorriso, um esporro, uma desculpa, uma vontade, um desconhecido, um amor, uma vontade, um oi, um banho, um medo, uma pena... um fim!

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

lembrança doce

fecho os olhos e te vejo...
com meu pulmão cheio eu viajo.

nada alí é além do que vivi.
nada é mais do que foi.

se fosse necessária uma trilha,
colocaria o silêncio,
o nosso silêncio,
o silêncio de dois corpos a se observarem.

de fundo o som do seu sorriso
e as batidas do meu coração.
por que só ele sabe o que eu sinto quando seu cheiro me invade.

e te ver deitado feito menino pequeno
me faz querer ainda mais o que nunca sonhei...
você!

todo cheio de si,
senhor amante do dia,
dono dos melhores olhares do mundo.

eu fico com você...
só se for para sempre,
(até que o pra sempre acabe)
combinamos assim...

descombinados.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

last/cilada/final

o farol que não acendeu.
o turno que não veio.
a nuvem que me abraçou e levou...
tudo claro,
na poeira do tempo que ficou.

e o tempo que não temos pra perder nos faz crescer.
e eu te vejo fazendo as mesmas coisas que um dia eu fiz.
quando é que eu vou poder ser mais do que eu queria ser,
quando é que você vai ser o que você poderia ter sido.

a proteção não existe,
você é algo que quis ser...
e a fé cura.

mas na estrada fria, você se perdeu e eu não quis te parar,
não quis te ferir.
seja eterno na sua altura e lá no alto de nós um dia...

um dia.

o farol acenderá,
e andar por aqueles caminhos será mais fácil.

***

É Só Saudade

Ludov

Composição: Mauro Motoki

É só saudade, mas dói tanto quanto amor
É só teu rosto que aparece no televisor
De dias frios se faz a tristeza do mundo e aqui
De meus olhos posso ver o mar

É só saudade, mas dói tanto quanto te olhar
Dói como fome, como falta do que respirar
De tão perto, te fiz longe de mim
Mudo os canais a me procurar

Se eu pudesse te ter
Se eu pudesse te ter
Se eu pudesse te ter, tentaria te perder
Agora é tarde demais
Agora é tarde
É só saudade
Tarde demais

***

pra fô petit

quero colo.

vem brincar de ser só nós por hoje e até todo dia?
e vamos lá desenhar na pele pra sempre.

vamos nanar no quentinho,
dormir de conchinha (me ensina).

falar da vida e sorrir mto.
pintar nossa parede e espalhar as almofadas pelo chão...

quero o seu colo hoje.

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

incompletos rascunhos de uma vida inteira.

à beira do caos...

ebulição.
moça bonita,
ferve.

Rapaz,
toque de vento...
faz barriga gelar e mão suar.
faz querer o tempo não passar...

Pequena,
sorriso sereno.
faz gripar e gozar,
faz o ontem ser...

Paixão,
faz o corpo se perder,
sinapses completas que transbordam.
ferormônio que dá sede.

*7*

Dirijo até o mar pra sentir o quanto sou forte quando estou com você...
faço loucuras pra mostrar pro infinito que sou assim,
segura de mim e de você,
e por que aconteça o que acontecer,
estaremos juntas.
por que a vida para nós é liberdade,
amor,
dedicação,
amizade...
e não há nada no mundo que possa nos separar.

que venham claras, joaquins, júlias, pedros e o que mais for,
quanto mais melhor...
família grande,
colorida,
faz a vida ter mais sabor.
faz eu me sentir mais...
mais minha,
mais sua,
mais nossa...

amo e Ponto!

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

28.10.2008

Meu carvão real, mão de obra barata, tentativa suja de fazer querer.
Choro da dança das coisas lindas...
Eu ví, eu senti, meu orgulho!
Pequeno compacto delicado, jeitoso.
Bombom ao leite do recheio de côco.
Desejo de água do corpo que vai para a linha do horizonte, desequilibrado.
Para te cutucar, crescer, falta do que se comer.
O moço rapaizinho que é sonhador.
Professor da sujeira que me fez crescer.
Excesso de confiança, grande pequeno ser que não tem reflexo avistado pela dama do mar, Mãe.
Treinador de respiração possível, necessária.
Abusado senhor dos gostos diferentes, desconectado de beleza; caminhador de lugares inabitados.
Igual e tão diferente.
Quem é você?


***
para os aniversariantes do dia,
pedro e henrique,
um grande abraço
e tudo de bom que vocês possam desejar
nessa linda e colorida vidinha de vocês.
sejam felizes.

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

empoeirado.

a dor do querer vem da dor do ser.
a parte de mim que você não conheceu foi a que a sobra escondeu.
os rascunhos estavam todo o tempo disponíveis,
mas a vontade de ter cegou a única verdade que conheciamos.
onde esteve você que durante anos se escondeu por de trás de paredes vazias?
onde esteve a sede pelo desconhecido que seus riscos tortos de infância me mostraram?
qual é a parte do seu show que eu adaptei?

é quando chega em casa que as chaves fazem falta,
o chão não está lá e o vento sopra frio.

nas arestas de toda a história há podridão,
a sua esteve inclusa durante a parte do inverno,
eu não conheço o que reconhecí naquela outra noite.

sua enublada vontade de ser algo que não passa de um espelho heróico te trai,
e não adianta olhar para o espaço,
é tudo um lugar vago...
isso tudo te atrai.

qual serão os sonhos que você tem que não sabe explicar,
o que faz suas mãos tremerem e o ar acabar mesmo estando cheio de tudo?

o ontem não constrói estradas.
o que seus tons quiseram ser tendo-se colorido,
foram amargas cadeias de cidades soerguidas em núvens.
largos traços cinzas de verdades secas e sombrias,
convenientes como que o que se quer ser enquanto dorme.
algumas das verdades do mundo são criadas em um mundo imaginário de incertezas e paixão.

as entradas vem e vão de dentro da primeira manhã que vejo,
elas passeiam por letras desconhecidas,
amor desfarçado de horror.
para você é sempre e o sempre é aqui,
adiantam marcas que somes depois do mar?

para onde vão as estradas que te levam para além da estrada,
elas te fazem ir longe,
seu coração segue as estações,
para onde é esta viagem?

*** outro ***

meu amigo, seus seguedos são os meus,
seus olhares os meus meios,
eu procuro por algum lugar
e você conhece esse lugar.

suas luzes estão onde escondi minhas certezas,
não seja covarde.
fiz o meu colar de estrelas e entreguei a você.

domingo, 21 de setembro de 2008

companheiro

de mim pra você é algo tão simples que a sinceridade não precisa ser nomeada.
é sempre verdade estampada na capa,
tudo que há de bom ou ruim...
por que por você superei meus limites,
por você aprendi que a doação é uma ação própria.

quando o tempo nosso é um só, não há espaço,
me perco negando e aceitando doces festejos...
me perco quando o seu retrato não está estampado assim como quero,
mas me acerto quando você se preocupa em me acertar,
quando suas ligações me fazem perceber que é como deve ser.

de você pra mim é estampado,
algo que transparente se turva, mas sabe ser real,
sem pseudo satisfações,
por que eu sei que o que você sente é mais do que esperava,
por que me ter ao seu lado é algo que você ainda não mensura,
mas sabe sentir como eu.

é assim, esse arroz com feijão,
esse café com leite adocicado,
essa grande e divertida investida a favor do amor.

obrigada por me fazer tão feliz e tão viva dentro de mim!
OBRIGADA.
*temos muito o que viver ainda... prepare-se!*

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

da norma pra pesca...

para acessibilidade eu te nomeio o senhor do nada,
para minha notória falta,
você, o sol de uma galáxia distante,
desconhecido para meus traços incertos e imprecisos.

Norte do corpo do rio desfalecido,
secura da dor que consome o ar que você respira,
fala perdida de conhecimento preenchido por anos.

fechado,
o tal do barra que não entra,
não existindo citação preposta, suposta, prevista.
a música que minha boca faz,
o olhar que tens para vigiar o orvalho que ainda não caiu.

várias espécies das espécimes de cór que não há de haver,
vindos da decoreba da rê, pro ré.final do ano de próxima.
há há há.
fim de alma,
anciosidade de nós.
fim de por agora.
complementado no corpo pra encorpar a ida que virá.

(passarinho que come pedra sabe o CU que tem. - sussy rego; na peça 7 minutos, me contado por marcão.)

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

em construção

com o tempo o ser humano aprende que se aprende errando, mas que errar demais não tem nada de humano.
que nossos limites são os limites da sociedade quando não sabemos o que é limite.
aprende que amigos nunca são amigos e que mães são sempre mais do que apenas mães.
suspeita que não aprende tudo, daí deixa parte pra imaginação e pra intuição.
descobre que dores físicas vem, na maioria das vezes, do fundo da alma e que para curá-la, não existe doutor.
com o tempo nós percebemos que somos parte vital de um sistema, mas que somos descartáveis mesmo assim, por que o que gera o efeito é a causa e não o contrário.
descobrimos que não basta ser, para algumas pessoas isso é muito pouco.
a vida ensina que não devemos confiar em qualquer um, mas o coração desrespeita, mesmo quando a intuição diz que a vida está certa.

nós sentimos muito mais do que pensamos,
nós nos entregamos muito mais do que queremos,
as decepções nos consomem mais do que a fome ou o sono... pois o efeito psicológico tem muito mais causa.

(...)

um dia um ladrão, após ter roubado tudo o que podia ser carregado, percebeu que aquela casa no meio o quarteirão estava muito mais cheia do que jamais estivera. ele então descobre que todos os empréstimos que fez não o resolvera em nada. olha abismado a situação daquela família que tinha tudo e agora não tem mais nada e olha descontente para sua própria família, que agora enfim podia ter tudo mas no fundo não tinha nada... não era ele, nada daquilo era dele.
a vida inteira ele buscou o que os outros tinham e se esqueceu de construir o seu próprio mundo, seus livros jamais haviam sido lidos, seus sonhos estavam todos engavetados, seus amigos só lhe acompalhavam quando a felicidade deles não contrastava com o vazio que carregava consigo, e ao perceber isso, notou que aquela adormecida parte de seu coração despertou o seu raciocínio mais voraz.
algo o incomodou, não podia continuar daquele jeito.
viu que seus pais já não estavam mais lá para abraçá-lo e que não existiam conselhos mais, tudo se fora.
sentiu que o que ele vivia era uma vida emprestada, seus parentes o amavam, mas ele era um intruso. conflitava com seus livros infantis e refletia ao olhar par a parede.
durante toda sua vida teve a certeza de que fizera as melhores escolhas, andava com as melhores pessoas, vestia-se da melhor forma, mas aquilo era um retrado o que ele gostaria de ter sido, mas não pode ser.
enfim ele justificou sua vida como se cada um tivesse aquilo que merecesse, mas no fundo ele sabia que não era bem assim...

(...)

sábado, 13 de setembro de 2008

só deus que mata???!!

tem gente que diz que tem problemas, mas tah né, quem vai ir com a cara pra bater e dizer que não doeu. hoje indo pro curso (é, faço mil coisas), fui escrevendo e viajando em algo que eu nem sei se foi real, e de fora eu enxergava outro mundo, sééério! não foi brincadeira, eu via que a minha vizinha de cadeira estava alí, a ponto de quebrar minha caneta, (não sei o que parecia a atrapalhar mais, se meu fone no último volume ou o risque-risque da caneta), via também que o cara lá do fundo que tava sentadinho no cantão tava muuuuito querendo ver o que eu escrevia, e os meninos que pareciam amigos da paula (sem ofender), achavam que pelo fato de eu estar de fone eu não estava os ouvindo gritar aquelas idiotices... se bem que, menino pequeno é sempre menino pequeno.
daí eu já estando em outra dimensão, estava tentando estar me concentrando no que eu queria estar fazendo e pronto, eu já estava chegando no ponto de destino... guardei tudo e abortei aquela experiência. UFA!

(...)
até que tava inspirada, mas ele chegou (é, o irmão), que foi alí buscar uma cerveja pra tomar (ABSURRRDO! são 3:46 - só pra constar!), e tah aqui me cercando e batendo os dedinhos....
vou ter que ir, volto depois pq eu tô quase em sono e admito, aquelas mensagens me deixaram levemente feliz!
há!


*ai ai... adoro isso!
bjooooooo!

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

criativando.

quero abraços quentes,
abraços de amigo,
abraço de urso...

pra preencher a falta que faz,
um cobertor,
um sorriso,
um aperto de mão.

quero mais para o que é sempre menos,
menos para o que é mais...
por que menos é sempre mais.

quero uma letra para bordar,
um gravador para gravar a sua risada
e escutar no ônibus.
Uma nota pra cantar quando meus olhos virem os seus,
por que só existe uma causa,
uma razão e um só tom.

(...)

são as borboletas dentro de mim...

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

pimpão

eu não sinto falta de você,
mas queria que estivesse aqui.

por quê quando você me toca,
você me dá muitas razões,
mas nunca uma escolha.

não sei o que acontece,
eu não gosto do seu amor,
não gosto do seu gosto,
não gosto de te olhar,
mas eu faria tudo exatamente igual.

eu sinto a sua falta quando eu olho para dentro,
quando o seu cheiro chega a mim e você não,
sinto saudade quando vou dormir e a cama está fria.

espero por você todas as noites sentada no mesmo lugar e você não está lá.
meu telefone já não toca o seu número,
só minha memória registrou nosso momento.
já nem me lembro mais do teu rosto,
fantasio a respeito de quase tudo...
teu nome, até um dia.

e eu achei que iria me apaixonar.

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

você e eu

eu tenho fome de algo que você não pode me dar,
eu tenho sede de líquidos quentes que você não tem,
tenho vontades de amigos que você não entende,
tenho valores que você não compartilha...

*

se na minha casa tem morango e na sua baunilha,
se eu levo o pão e você empresta o queijo,
se o meu chá é melhor do que o seu café morno,
venha comer aqui,
eu divido com você e juntos somos mais gostosos.

quando a sua música não te faz dormir e o meu cafuné sim,
quando eu tenho sonhos que só você sabe acalmar,
quando nossos amigos chegam e a gente põe a mesa no chão,
quando o filme acaba e começa outra emoção...

é com você que eu quero acordar,
com você que quero brigar,
é com você...
porque é só com você
que meu corpo ferve.

(...)

*

e se eu sonho acordada é por quê eu ainda não sei,
se você e eu não combinamos,
é isso que eu não quero ter.
enquanto isso vou amando você.

domingo, 24 de agosto de 2008

Filho meu ^^


Filho Meu

Composição: Toquinho

Vem, filho meu,
Me leva nessa estrada
De anões, dragões e fadas
Que habitam teu quintal.

Vem, filho meu,
Papai está tão sozinho,
Me ensina teu caminho em que o bem
Vence eternamente o mal.

Me dá tua mão,
Me leva passear.
No teu mundo encantado
O bicho papão não vai pegar.

Vem, filho meu,
Vem me fazer contente.
Que a vida raramente
Convida a gente pra brincar.

***

meus sinceros votos.
Amo-te mais, demais!
^^

***

sono do sonho em recados curtos

a vida é uma corrente de ações,
ele se vai amanha e só volta depois de a terra dar meia volta.
enquanto a vida segue,
ela ainda não sente a falta dele...
o que não é sangue lembrou e divulgou o que ela tem vergonha de dizer,
mas ela ama.
ela carregou e carrega a luz para um pequeno grande foco de beleza.
ele é puro e os olhos dizem isso.

e a história que ele me contou,
tocou pela verdade que enxerguei em seus olhos.
ele sabia o que dizer,
mas não sabia o que eu queria ouvir.
ouví recados pela boca de um irmão,
reescrevi passagens em mim pelas frases de outros.

o telefone tocou...
ele toca em horas impróprias,
para propor pedidos estranhos.
ela recebeu dele um recado dela,
mãe pra explicar,
madrinha...
pediu com o coração e ouviu respostas,
mas sente que o coração falha...
sei que dará tão certo quanto tem que ser,
me entrego.

ele fará falta com seus pequenos olhos e enorme sorriso.

ele não sabe a consequencia de seus atos.

ela sente o gosto do cravo que ela nem sequer pensou...